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Dança Circular e integração de alunos no Campus Caraguatatuba

Publicado: Segunda, 07 de Abril de 2014, 18h58 | Última atualização em Segunda, 07 de Abril de 2014, 18h58

Depois de uma experiência com os alunos da Terceira Idade do nosso Campus, a Dança Circular retorna como experiência educacional, através de uma proposta do professor João Dalton Daibert, da área de Construção Civil. A atividade aconteceu no mês de março deste, com turma do Curso de Edificações, com o objetivo de reflexão sobre aspectos da convivência humana e necessidade de vida em grupo. A roda foi conduzida por Mara Regina Rojo Prado, partilhando sua vivência nessa atividade.

Dança Circular na educação

A experiência vem sendo utilizada por educadores que reconhecem a necessidade de um ensino que integre e acolha os alunos, resgatando valores e relacionamentos, despertando o sentido da cooperação e consciência de unidade de grupo. Como função social e educativa, a Dança Circular “significaria abrir-se ao diálogo, ao acolhimento da dúvida e da diversidade, à construção de múltiplos enredos afirmados no encontro das singularidades”, segundo a professora doutoranda em Educação pela Unicamp, Luciana Esmeralda Ostetto, em publicação Na dança e na educação: o círculo como princípio, na revista Educação e Pesquisa, São Paulo, 2009.

As Danças Circulares se tornaram conhecidas na década de 60, com o alemão Bernhard Wosien, ao entrar em contato com povos do interior do leste europeu, adotando os passos e repassando adiante as coreografias com o objetivo pedagógico, chegando como atividade no Brasil depois de 1980.

A Dança Circular é antes de tudo um movimento de integração, onde os participantes dançam de mãos dadas, coreografias simples de diferentes culturas, guiados por um focalizador, (alguém que tem alguma experiência maior nessa atividade).    Tal atividade amplia a percepção, a atenção e a concentração, proporcionando o trabalho em grupo, sem que a pessoa perca a sua individualidade, valorizando sempre a cooperação, a diversidade e a inclusão do diferente.

Veja a dança com os alunos clicando aqui.

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